quarta-feira, 21 de março de 2012

Teatro Vida Nova- Penitenciária José Maria Alkimin


 "Mais do que simplesmente decorar frases, a arte do Teatro consiste em um controle total sobre seu próprio corpo, sobre suas emoções."como bem disse Milton G. Machado, o teatro realmente traz beneficios que servirão para a vida toda.

Imagine só, existe um Grupo Teatral intitulado VIDA NOVA, formado por presos da Penitenciária José Maria Alkimin, todos os presos para participarem do teatro devem ter bom comportamento e estarem estudando.

Confiram no video exibido pela emissora Band.

Fonte: Blog Viajante dos sonhos, DEP/SEDS/SUAPI
Video: You tube

Postado por Sonia Leite

Mais um bom exemplo



O ex interno da Penitenciária Agostinho de Oliveira Júnior, Uander de Melo, obteve média satisafatória durante o Exame no ENEM/2011 e foi beneficiado com uma bolsa do PROUNI.
Com a bolsa de estudo o mesmo poderá escolher entre os cursos de Engenharia de Produção, Pedagogia, Ciências Contábeis ou Direito, em uma das Instituições de Ensino Superior de Unaí ou Paracatu.
O ex interno sempre trabalhou na Unidade e estudou durante 03 anos na Escola Estadual Múcio de Castro Alves, localizada na Unidade Prisional, onde concluiu o ensino médio, sempre se destacando por  seus trabalhos e boas notas.
No ano de 2010 o mesmo frequentou o curso de Auxiliar de Adminsitração ministrado na Unidade, onde também apresentou um bom desempenho.
 Atualmente o ex interno reside em Unaí e trabalha em uma empresa da cidade.
 Esta é mais uma prova de que as boas práticas aplicadas nas Unidades Prisionais do Estado vêm apresentando  resultado positivo.

Fonte: DEP/SEDS/SUAPI
Foto: Internet

Postado por Sonia Leite.

Aplicação de prova em Pirapora- Projeto Norte de Minas

A Unidade foi extremamente participativa nesta ação educacional.

 A iniciativa faz parte de um projeto piloto desenvolvido pela Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), por meio da Diretoria de Ensino e Profissionalização da Subsecretaria de Administração Prisional (Suapi), em parceria com a Secretaria de Estado de Educação. Neste projeto, detentos das unidades prisionais do Norte de Minas estão fazendo exames de certificação para regularizar a situação educacional referente aos anos iniciais do Ensino Fundamental.

O objetivo é identificar e traçar o nível de escolaridade dos presos e em seguida regularizar sua situação educacional para uma futura matrícula, possibilitando a continuidade dos estudos e a expedição do histórico escolar de cada detento. Participam das provas os presos sem comprovação de escolaridade.







Fonte: DEP/SEDS/SUAPI
Fotos: Acervo da DEP

Postado por Sonia Leite

quarta-feira, 7 de março de 2012

Projeto Norte de Minas em São Francisco.

Quarenta detentos realizaram provas no Presídio de São Francisco, localizado no Norte de Minas, para identificar o nível de escolaridade. A ação ocorreu no último dia 29 e faz parte de um projeto piloto desenvolvido pela Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), por meio da Diretoria de Ensino e Profissionalização da Subsecretaria de Administração Prisional (Suapi), em parceria com a Secretaria de Estado de Educação.

As provas foram prestadas por presos que não têm comprovante de escolaridade, com o objetivo de regularizar suas situações educacionais, dar prosseguimento aos estudos e possibilitar a matrícula em uma escola. “A iniciativa da certificação é essencial no papel da ressocialização e o reeducando poderá dar continuidade à vida escolar dentro da unidade prisional ou quando egresso do sistema prisional”, explica o diretor geral da unidade, Eduardo dos Santos Silva.

 

A Diretoria de Ensino e Profissionalização tem como meta, até o final de 2013, regularizar a vida escolar de todos os presos de Minas Gerais sob a custódia da Suapi.


Fotos: Acervo DEP
Fonte: DEP/SEDS/SUAPI
Projeto: Norte de Minas- Exame de Certificação -  Sandra Regina Lopo Madureira

Postado por Sônia Leite.

Projeto Norte de Minas em Januária

Trinta e nove presos do Presídio de Januária, no Norte de Minas, fizeram nesta terça-feira (28.02) exames para regularização da vida escolar. A iniciativa faz parte de um projeto piloto desenvolvido pela Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), por meio da Diretoria de Ensino e Profissionalização da Subsecretaria de Administração Prisional (Suapi), em parceria com a Secretaria de Estado de Educação. Neste projeto, detentos das unidades prisionais do Norte de Minas estão fazendo exames de certificação para regularizar a situação educacional referente aos anos iniciais do Ensino Fundamental.


O objetivo é identificar e traçar o nível de escolaridade dos presos e em seguida regularizar sua situação educacional para uma futura matrícula, possibilitando a continuidade dos estudos e a expedição do histórico escolar de cada detento. Participam das provas os presos sem comprovação de escolaridade.




Segundo a diretora de atendimento da unidade, Eurides Alkimim Amaral, os detentos demonstraram interesse e ficaram bastante animados com o projeto. “Muitos presos não possuem histórico escolar e, com essa prova, eles têm a oportunidade de conseguir a certificação. A iniciativa é boa porque facilita o acesso ao estudo e possibilita até mesmo a conquista de um emprego quando os detentos saírem da unidade”, destaca.


A equipe da Diretoria de Ensino e Profissionalização que está em Januária para a aplicação das provas segue ainda nesta semana para São Francisco e Pirapora, onde cerca de 50 presos irão realizar o exame em cada unidade. No mês de março os municípios de Francisco Sá e Janaúba receberão o projeto. Apenas em Montes Claros, 147 presos já fizeram as provas, na semana anterior ao Carnaval. A meta é que, até o final de 2013, unidades prisionais de todas as regiões de Minas Gerais tenham passado pelo processo de regularização da vida escolar dos detentos.


Fotos: Acervo DEP.
Fontes: Tv Norte, DEP/SEDS/SUAPI

Publicado por Sônia Leite.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

EJA no Presídio de Governador Valadares

Foi inaugurada hoje, 16 de Fevereiro, uma nova escola no Presídio de Governador Valadares, o objetivo é proporcionar a continuidade dos estudos na modalidade de Educação de  Jovens e Adultos.





Fonte: DEP/SEDS/SUAPI
Fotos: Acervo da DEP

Postado por Sônia Leite.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Despesca- Tilápias viram exemplo de Cidadania






Tenho me ressocializado e aprendido uma profissão. A rotina do presídio mexe com o psicológico, quando você está fechado numa cela, seu pensamento fica fixo e aqui cuidando dos peixes é como se eu estivesse livre. O estado psicológico melhora bastante”, afirma o detento Júnior Roberto da Silva, de 31 anos, que faz parte do projeto que oferece capacitação em piscicultura a presidiários na Penitenciária Antônio Dutra Ladeira, em Ribeirão das Neves. “Para aqueles que não têm uma profissão e querem mudar de vida essa é uma grande oportunidade. Minha família fica muito feliz, é uma nova profissão que estou aprendendo e futuramente posso até ter meu próprio negócio” acrescenta Júnior.
O projeto é uma parceria entre a Escola de Veterinária, a Secretaria de Defesa Social de Minas e o Ministério da Pesca e da Aquicultura. Na última terça-feira, 7 de fevereiro,  aconteceu a primeira despesca dos peixes que estão sendo criados desde julho do ano passado, quando os primeiros 1500 filhotes de Tilápias foram colocados no açude do presídio. "O projeto é um iniciativa muito positiva, tanto para a sociedade quanto para a Escola. Somos uma instituição pública e tudo que é revertido a favor da sociedade, é também um papel nosso. É também uma possibilidade de inserção dos nossos alunos nesse processo de recuperação dos detentos. Pretendemos dar continuidade a essa iniciativa”, afirma José Aurélio Garcia Bergmann, diretor da Escola de Veterinária.
O professor Edgar de Alencar Teixeira, responsável pela capacitação técnica dos presos, afirma que mesmo se não trabalharem com criação de peixes quando saírem da cadeia, os detentos terão mais uma oportunidade de carreira a seguir. “Eu não acho que todo mundo vai sair daqui e trabalhar com o peixe. Mas é mais uma oportunidade para eles lá fora. É uma área a ser explorada, pois tem pouca gente capacitada para isso”, analisa.
Ao todo foram selecionados oito presos que estão tendo a oportunidade de aprender, passar um período fora das celas e reduzir o tempo da sua pena de acordo com o período trabalhado. A cada três dias trabalhados é reduzido um dia de reclusão.
O diretor geral do presídio, Rogério Dias de Freitas, revela que houve uma mudança de comportamento entre os presos que estão participando e há um grande interesse entre aqueles que ainda não participam. “A aceitação tem sido muito positiva. Vários outros presos tem vontade de participar. Temos a intenção de aumentar o número de detentos participantes e já até recebemos a doação de mais dois tanques. O projeto visa o ser humano que existe além do ser que cometeu uma infração e isso é essencial. Nossa iniciativa é um exemplo e será copiado em outras unidades. Muitos presos vão sair daqui com o emprego garantido. E é muito gratificante saber que os peixes serão doados para instituições de caridade como creches e asilos”, conclui.
O governador Antônio Anastasia destacou o valor duplamente social do projeto. Primeiro, a possibilidade de recuperação do preso, com capacitação e qualificação do ensino de uma profissão. Segundo, a produção e um alimento de alto valor e qualidade nutricional cujo destino será as entidades sociais do município. E afirmou que a despesca é um ato simbólico, mas extremamente significativo. “Nós estamos dentro de uma unidade prisional, um lugar que no passado era destinado exclusivamente às punições e sem nenhuma perspectiva de recuperação. Hoje o que é fundamental é dar a estes presos a oportunidade de recuperação. É um projeto simples e barato, mas com efeitos positivos em vários segmentos”.
Luiz Sérgio Nóbrega de Oliveira, ministro da pesca e aquicultura, afirmou que é um projeto que merece ser implantado em todo o país e destacou a participação da UFMG nele.  “É uma experiência pioneira e tenho muita esperança que possa ser copiada em outros estados. Agradeço o trabalho da UFMG que qualificou os detentos para essa atividade. Queremos consolidar essa parceria para que a universidade possa treinar também os nossos municípios, próximos a lagos e reservatórios, que queiram entrar num ramo viável economicamente”, afirmou.
O secretário de estado de defesa social, Lafayette Andrada, destaca a importância da ressocialização dos presos e a intenção de ampliar o projeto. “Trabalhamos com o conceito de que o detento não pode ser um peso para a sociedade. Mais de 40% dos presos no Estado hoje trabalham em parceria com mais de 300 empresas. Existem alguns presídios do interior que têm reservatório e são eles os alvos iniciais do projeto. Este aqui é piloto e mesmo com a equipe reduzida conseguimos a produção de mais de uma tonelada de peixe, o que mostra que é um projeto altamente produtivo”, afirma.


Postado por Sônia Leite